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alerta para o facto de o árctico poder ficar sem gelo até ao ano 2030





- conhecer a lagartixa comum
- conhecer o sapo comum



Aqui é o Texas, como costuma dizer o meu amigo Capitão, e com toda a razão, pois outrora fora uma pacata terra de pessoas trabalhadoras e humildes, agora alojaram-se forasteiros de todos os cantos, sempre com o dedo no gatilho, tentando espalhar o seu veneno por estes caminhos, mas os locais resistem-lhes e conseguem empreender algo de bom por estas terras, por isso existe aqui esta coluna de Destaques do Oeste - Mafra:
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- 29/09/2009 - Centro Social e Cultural da Freguesia de Santo Estêvão das Galés, para quando a sua abertura servindo os locais naquilo que estava inicialmente destinado, vai fazer no dia 21 de Abril de 2010, três anos a sua inauguração
Seria importante a realização deste tipo de equipamentos e outros para a freguesia, sendo esta muito pobre culturalmente, equipamentos como infraestruturas para o incentivo ao desporto ( parques desportivos , piscinas), a modernização das redes viárias ( caminhos e estradas), saneamento básico, um factor tão importantes a nível local, pois mais de 20% da população do concelho de Mafra ainda não está ligada à rede de esgotos, e ainda ao nível de segurança dos cidadãos, ora o posto das forças da GNR fica precisamente noutra freguesia, a da Malveira






















- 09/07/2009 - Festa na escola de música da Malveira Jornal Ericeira








- 04/05/2009 - vaca à solta na A8











- 14/04/2009 - morreu José Franco, SIC














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ver imagem de Nossa Senhora da Nazaré
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Tendo sido convidado pelo meu amigo Rui Barata, a participar num encontro de automóveis de todas as gerações e marcas, que teve lugar no parque de estacionamento do Convento dos Capuchos, perto do miradouro com vista para a Costa da Caparica, adorei tal iniciativa que se realiza todos os primeiros domingos de cada mês, faço aqui uma homenagem a todos estes amantes de boas máquinas a quatro rodas.
Para fazer uma visita virtual a este clube, é só clicar: http://carenjoyclube.blogspot.com/





Beatles--site oficial dos Beatles
- 09/09/2009 - catálogo Digital remasterizado da maior Banda de Rock





Pink Floyd
--site oficial dos Pink Floyd




Led Zeppelin
--kashmir ( videoclip)
--site oficial dos Led Zeppelin



Queen
--The show must go on (videoclip)
--We will rock you (videoclip)
--Bycicle race (videoclip)

Rolling Stones
--site oficial dos Rolling Stones


Van Halen






U2
--site oficial dos U2




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No recém restaurado Centro Comercial da Portela de Sacavém, do Concelho de Loures, encontramos esta agradável loja de vestuário e acessórios para senhora. Ao entrarmos somos invadidos pela cor viva e alegre desse fruto envolto de lã, pelo sorriso da Patty e do seu bom gosto na decoração do espaço.
Freguesia do Concelho de Mafra

editado por Carlos Rocha
ver uma completa Monografia do Concelho de Mafra







( brasão da Junta de Freguesia de Santo Estêvão das Galés )


Tão perto da cidade e tão rural, é assim que caracterizo este local, rodeada por montes e vales, por pinhais e algumas nascentes de água, com características geográficas algo adversas, mas de grande beleza e sobretudo um lugar onde ainda se respira ar puro e forte, por isso costumamos ouvir os locais dizendo "aqui ar e vento nunca faltam".


Santo Estêvão das Galés é a maior freguesia do Concelho de Mafra do Distrito de Lisboa, em termos de grandeza física. Desta Freguesia pode-se referir pelo menos dois centros ou lugares como o de Montemuro e o Rogel, sendo estes dos mais populacionais. (ver mapa da região)




No passado fora uma terra muito pobre, mesmo nos dias que correm esta tendência ainda se acentua, verifico que em termos populacionais a sua evolução demográfica tem sido muito irregular, apesar de se constar um ligeiro acréscimo e isto verifica-se através dos anos eleitorais a partir do 25 de Abril para cá, no seu número de votantes e inscritos, como demonstro aqui num gráfico bem elucidativo desta situação:

Outrora esta localidade, devido ao solo acidentado as populações dificilmente se ligavam, ou seja havia pouca comunicação física e relacional, resolvendo os diversos problemas do seu quotidiano de maneiras diferentes, tendo tido assim estas populações uma certa tendência a tornarem-se isoladas e fechadas, pois quando iniciei a minha vivência com estas gentes de um lugar de nome Rogel, na década de 60, deparei-me com pessoas bastante "fechadas no seu casulo", até mesmo na cedência ou venda de terrenos, mas contudo pessoas carinhosas, de um grande coração e sobretudo muito trabalhadoras. Devido aos seus extensos campos e ainda a algumas nascentes de água, estas situações propiciaram actividades como o pastorio e o aparecimento das lavadeiras.



( o trabalho no campo, aqui foi sempre árduo e todo ele executado quase sempre em família )



Dizem as escrituras antigas e nomeadamente do Séc.XIX, de que o trabalho agrícola desta zona tinha uma forte implementação da cultura dos cereais, e assim predominavam os seareiros e fazendeiros, de que a população era muito religiosa a qual deveria de assistir a missas e rezarem diariamente por alma dos seus benfeitores e isso nota-se ainda nos dias de hoje aquando dos festejos da terra, pois aí predomina muito a fé religiosa destas populações, de que em relação ao ensino escolar em 1880 a Freguesia dispunha de uma escola particular situada no Rogel, só para rapazes, a abertura a raparigas deu-se 24 anos mais tarde, mas num local distante, em Santo Estêvão. Foi em Montemuro por volta do ano de 1904 que se começou a exercer o ensino público, num casebre que na altura causou muitas divergências.



Mas como indicam tais escrituras, estas crianças repartiam a escola com outras ocupações, os rapazes eram pastores seguindo as pisadas dos chefes de família, enquanto que as raparigas seguiam as mães como pequenas lavadeiras, e assim se depreende que a assiduidade era diminuta e o desempenho escolar difícil, pois conforme dados da época em 100 habitantes só 6 sabiam ler.
















( um casal agricultor, pequenos comerciantes que se dedicavam principalmente á cultura da cenoura e outros legumes, ora o principal destino destes alimentos era a grande Feira da Malveira )














Gentes simples vivendo sobretudo da terra, e daquilo que dela tiram, outrora esta dependência era muito maior, pois quase todas as famílias que aqui residiam, cultivavam o seu bocado de chão e tinham os seus animais, principalmente vacas.



Foram anos de fartura de leite, cheguei mesmo a transportar as famosas bilhas de latão repletas daquele precioso bem, mas os locais faziam-no transportar nas costas ou nas albardas fixadas aos engraçados e trabalhadores burros. Todos os que se dedicavam a esta tarefa, em redor do leite, sabiam que o tinham de depositar ou leva-lo para a loja do Sr. Valério, para aí poderem receber monetariamente, consoante os litros que trouxessem.



Por ser pequena esta localidade, os atractivos eram poucos, mas era realmente ali na loja do Sr. Valério, ainda hoje no largo central do Rogel, onde as pessoas se cruzavam e podiam ter dois dedos de conversa, loja esta que englobava não só zona leiteira como a mercearia e ainda a tão concorrida taberna, esta última uma verdadeira relíquia ou mesmo um real monumento ao vinho, onde estão patentes ainda hoje enormes pipas e o majestoso lagar com a sua prensa gigante.






Foi nesta fria taberna do Sr. Valério, que passei momentos e algumas tardes de bom convívio, aquando do São Martinho, com a rapaziada local, a qual nesta altura festejava freneticamente em honra da boa água pé ali conservada, acompanhada com boas bifanas e tiras de entrecosto que a Ti Helena tão bem confeccionava.







Ora então no Rogel, naquele tempo tudo rolava em redor da loja do Sr. Valério, do café central que hoje pertence á Maria da Luz, outrora pertencendo aos seus pais, mas também em redor do Clube Recreativo do Rogel.



ligar ao clube: http://crrogel.com.sapo.pt/Introducao.htm
(este é o emblema do Clube apresentado pelo Sr. José Quirino dos Santos, o então Presidente da Junta de Freguesia de Santo Estêvão das Galés, um emblema com referência aos jogos olímpicos devido ás suas três argolas coloridas, este bonito desenho está patente na parede sul da sede em painel de azulejo adquirido pelo Clube )




Este clube fundado precisamente no ano do meu nascimento, ou seja em 1960 no dia 23 de Setembro, e o seu sócio nº 1 e fundador foi o "Zé Roberto" de alcunha, de nome José Gregório dos Santos. Clube que tem tido igualmente como a localidade, os seus altos e baixos, pois naquele tempo conseguiu-se formar uma verdadeira equipa de futebol juvenil com miúdos da região, a qual segundo testemunhos escritos e relatados nunca perdera em casa nos seus 23 jogos disputados, um grande feito, mas o mais engraçado em relação a esta equipa de futebol é que o seu primeiro adversário foi a equipa mais rival de todas, a de Montemuro, a equipa que residia para lá do monte do Manique, o qual sempre separou em todos os sentidos estas duas localidades tão rivais, jogo este realizado num campo intitulado de "Tomada do Chapim".



Sobre a real história de tanta rivalidade de duas localidades separadas por um monte que há milhões de anos foi um vulcão, ouvi da boca de antigos que essa distância social e cultural se devia a um acontecimento muito vulgar em pequenas regiões de todo o nosso Portugal como estas, ou seja o verdadeiro problema era de amores, ou seja os rapazes de uma localidade iam "roubar" raparigas do outro lugar para namorarem, e assim se geravam brigas e desavenças.







Nos nossos dias esta rivalidade já não é tão visível, mas continuam algumas sequelas um pouco escondidas, pois o desenvolvimento veio dar uma outra dinamica, como por exemplo as comunicações ou mesmo as vias e os meios de transporte vieram encurtar as distâncias, o que antigamente ficava longe e quase inatíngivel hoje é se torna próximo.







Depreende-se então que as suas principais actividades económicas durante muitos anos foram essencialmente ligadas à indústria leiteira, pecuária e a agricultura, o que ainda hoje vigora um pouco, o que algumas outras localidades tiraram e tiram grandes benefícios tais como Malveira e Lisboa, recebendo os famosos queijos e legumes frescos.



As famílias aqui residentes, os locais, eram famílias essencialmente rurais, pois todos se dedicavam àquilo que mais tinham, a sua terra. Dentro destes agregados tanto o homem como a mulher, rasgavam o terreno que pisavam em busca do sustento para todos, mas era ao homem que incumbia mais a tarefa de tratar a terra, pois ali podia valer a sua força natural, enquanto que em relação aos trabalhos caseiros, familiares e manutenção de toda a algazarra de animais na loja e na rua era á mulher, que no geral tinha estas tarefas.



































( aqui nestas duas imagens é elucidativo a riqueza dos trajes tradicionais que vigoravam na época, as mullheres geralmente de lenço na cabeça, vestido comprido e avental colorido, enquanto nos homens salientava-se mais o barrete ou chapéu, botas de couro e colete )






Mas algumas mulheres destas bandas além de desempenharem as tarefas domésticas e agrícolas, tinham uma importante função para com algumas casas senhoriais em Lisboa, pois eram elas que lhes tratavam e lavavam a roupa, eram chamadas de lavadeiras, sempre com as trouxas de roupa à cabeça.











(aqui nesta imagem é demonstrado a alegria que estas mulheres expandiam, mesmo com o tipo de trabalho considerado desgastante, a roupa ficava cheirosa e branca como a cal, pois toda ela era esfregada com aquelas mãos maltratadas de tanto sabão e água, águas estas que fugiam por estes vales freneticamente por ali a baixo )



Era uma grande azáfama, isso se fazia notar nas carreiras que percorriam estes montes, com destino à grande cidade. Muito diferente dos dias de hoje, pois naquele tempo as carreiras iam sempre cheias de gente para lá e para cá e recheadas de tudo, além das famosas lavadeiras com as grandes trouxas também se viam alguns industriais dos queijos saloios, um dos primeiros que conheci, foi o Sr. Miguel, que vivia em Montemuro, uma aldeia que fica com vista para o nascente do lado do grande monte com 423 metros de altura, o qual divide duas localidades e povoações muito diversas desta Freguesia.



Mas no meio desta gente tão diversa que se faziam transportar naquelas camionetas tipo "museu ambulante", também entravam alguns Alfacinhas que apesar de trabalharem e viverem na capital, adoravam e ainda adoram hoje vir para esta zona tão acidentada e rural mas acolhedora e benéfica para a saúde.



Alguns desses mesmos alfacinhas conseguiram adquirir pequenos terrenos, construindo com grande sacrifício acolhedoras casas ou barracões, para poderem aqui descansar aos fins de semana.
Apesar dos locais serem um pouco fechados, foi sempre um teste bastante positivo para eles e para quem os visitava, pois a interacção social e cultural entre estes dois blocos tendeu para uma certa convergência.




No centro desta freguesia encontra-se a igreja matriz, uma edificação histórica constituída por uma torre sineira, alpendre de colunas e um átrio, onde são celebradas diversas actividades, à sua entrada deparamos com uma interessante mesa em pedra grossa, local onde os homens colocavam os seus barretes, antes de ali entrarem, chamam-lhe " a mesa das carapuças ".
No interior da pequena igreja, as paredes são revestidas de azulejos Hispano-árabes bastante coloridos, no tecto e na entrada salienta-se pinturas de imagens alusivas às espécies de animais que na altura existiam por estas bandas, como raposas, perdizes, lobos e aves de rapina.

( Imagem de Nossa Senhora da Nazaré aquando da sua permanência nesta terra )


Por ocasião dos grandiosos festejos da chegada da Nossa Senhora da Nazaré, no ano de 2005, foram executadas grandes obras de restauro em todo este templo, um admirável trabalho de recuperação, de que todos nós nos orgulhamos. Obra esta digna de ser visitada por todos, quer no exterior como no seu interior. Foram festejos essencialmente de natureza religiosa, mas contou igualmente com alegres bailes, muitos concertos com artistas famosos e outros espéctaculos culturais e de entretenimento como a famosa garraiada, e claro está no final contou com um enorme fogo de artifício.

ver vídeos dos festejos:




















































































No átrio desta igreja, celebram-se todos os anos as festas das colheitas, realizadas em Setembro, uma demonstração de alegria deste povo, perante o sucesso das sementeiras, pelo ano bom, de resposta ao trabalho duro na terra. Festejos iniciados com missa, seguindo a bênção das colheitas e finalizando com o esperado e desejado leilão, disputado por todos.




São variados os artigos da terra e aparece de tudo, desde as batatas ou cebolas até aos animais como galinhas e patos. É um ambiente alegre e colorido com aqueles cheiros característicos da terra.













( nesta imagem vemos como é decorrido o leilão das colheitas da terra )
ver vídeo da festa das colheitas decorrida no dia 14 de Setembro de 2008:









































É por aqui que podemos desfrutar do bom pão saloio, ainda trabalhado à maneira antiga, sendo pois cozido a lenha, uma raridade sem dúvida nos nossos dias. Esta preciosidade deve-se ao desempenho de um casal, a Mimi e o Porfírio, que ali fazem o pão todas as terças feiras e sábados, é um pão leve e muito gostoso, é o " Pão da Mimi ".
Quem os visita fica surpreendido pelos métodos tradicionais, desde a moagem do cereal até à entrada das bolas brancas naquele belo forno quente.

O segredo deste bom pão? - está no trabalho, responde-me o padeiro Porfírio, sorrindo. Com a sua sabedoria controla as devidas quantidades a misturar, de farinha e água, dando volume à massa, a qual irá repousar durante duas horas numa tendeira para levedar.




( nesta imagem vemos a Mimi dando o toque final numa bola de massa, antes de entrar no forno )
Mimi prepara a balança, repartindo de igual peso cada bola de massa, que tira da tendeira. Igualmente prepara os tabuleiros, cobertos por um pano branco, repleto de farinha para um melhor manuseio.
Entretanto o forno tem estado a ser controlado por Porfírio, tem de estar a uma temperatura ideal, olhando lá para dentro, e vendo que toda a abóbada que forra o interior está completamente branca, avisa de que é o momento certo da entrada das bolas brancas, é um trabalho conjunto e Mimi ainda dá às bolas um preparo final.

Fomos totos surpreendidos no ano de 2004, quando para aqui trouxeram umas ventoinhas gigantes geradoras de energia eléctrica, energia esta nunca sentida pelos locais nem sequer tirar partido dela , estas lá no alto do grande cabeço do Manique parecem sempre em guerra com o belo moinho de vento, vindo á memória aquela velha história do David e Golias.
No dia 21 de Abril de 2007, a povoação festejou a abertura do Centro Social e Cultural. Um Centro construído e equipado com a colaboração de quase todos. Um espaço para os mais idosos desta freguesia poderem conviver, lanchar e poderem passar umas tardes mais alegres. Com a grandiosa ajuda de quase todos, principalmente da Junta de Freguesia e do seu Presidente Carlos Serra, conseguiu-se adquirir uma viatura para o transporte daqueles idosos, mas também para os mais pequenos em idade escolar, pois aqui as distâncias são grandes e assim as nossas crianças beneficiam de segurança e conforto na ida e vinda da escola.



( aqui nesta imagem o Presidente da Junta de Freguesia, Sr. Carlos Serra recebe elogios de uma das mais idosas habitantes da nossa terra )

Foi um dia em grande para a localidade, pois também se deu a primeira apresentação do Grupo de Danças e Cantares de Santo Estêvão das Galés, um grupo grande em vários aspectos, na sua dimensão como na qualidade dos seus elementos, sendo constituído por várias gerações, e aí reside a sua riqueza, pois os mais pequenos dão-lhe um toque especial de que todos se alegram de ver e ouvir.




Outro grande momento para esta localidade e freguesia pobre, mas em expansão no que respeita em desenvolvimento social e cultural, foi sem dúvida a modernização do seu parque escolar, com a inauguração da Escola Básica do 1º ciclo e Jardim de Infância, que teve lugar no dia 6 de Setembro de 2008, com a presença dos Presidentes da autarquia e da Junta de Freguesia, um espaço digno que já há muito se reclamava, mas que por fim se concretizou e que todos viram e abraçaram com ternura e gosto. Sim foi com muito gosto que estive presente, tal como todos os presentes, até porque as condições do equipamento escolar são elevadas, bem estruturadas e pensadas no bem estar e segurança dos mais pequenos. A obra conta igualmente com um pavilhão desportivo, um refeitório com todas as regras optimizadas, com um perfeito espaço de formação nas novas tecnologias contando com vários computadores, de uma valiosa biblioteca, de instalações sanitárias dignas e ainda de um bom espaço exterior para as benéficas brincadeiras.







vídeo de apresentação da Freguesia de Santo Estêvão das Galés




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